Metrô vai utilizar energia solar e eólica. Mas é lá no Chile!

(Foto: Divulgação/ Empresa japonesa Central Japan Railway Co)

A partir de 2018 o Metrô de Santiago irá utilizar 60% de energia solar ou eólica para o seu funcionamento. O governo irá investir US$ 500 milhões, além de construir uma usina fotovoltaica e outra eólica no Deserto do Atacama. A empresa brasileira Latin America Power foi contratada para o parque eólico de San Juan de Aceituno, e fornecerá 18% da energia usada pelo sistema.

Outros metrôs no trilho da energia sustentável 

  1. Metrô de Londres instalou um sistema inversor que transforma a energia da frenagem em elétrica. O experimento durou cinco semanas e capturou 1 megawatt-hora a cada dia de teste…
  2. Trem que flutua magneticamente no Japão. E no Brasil o projeto experimental recebe nome MagLev Cobra

 

Os 15 países com o sistema elétrico mais sustentável em 2015

Passou o dia do Meio Ambiente, mas os desafios ainda são inteiros. No campo energético, vamos bem, mas ainda estamos ligados nos 120. O Brasil é o 37º país com o sistema de energia elétrica mais sustentável do mundo, segundo o Conselho Mundial de Energia (WEC, em inglês). Em 2012 era 57.

Desta vez foi avaliado o desempenho de 130 países em três quesitos: segurança energética, equidade no acesso à luz e redução do impacto ambiental.

Na comparação com o ranking do ano passado, o Brasil caiu sete posições. No Ranking, os 5 maiores desempenhos entre as Nações:

1º Suiça: o país se destaca pela redução do impacto ambiental da geração de eletricidade, com apenas 1,4% de sua matriz alimentada por termelétricas movidas a combustíveis fósseis.
2º Suécia: 98% da produção de eletricidade do país é proveniente de fontes de baixa ou zero emissão de carbono. Apenas 2% da eletricidade é gerada utilizando combustíveis fósseis.
3º Noruega: a matriz se divide em: hidroeletricidade (96,8%), usinas termelétricas (1,8%) e outras fontes renováveis (1,3%).
4º Reino Unido: A geração de energia no Reino Unido ainda tem um impacto ambiental alto, uma vez que 69% da matriz é composta por termelétricas, taxa que vem diminuindo.
5º Áustria: a matriz se divide em: hidroeletricidade (61,5); usinas termelétricas a combustíveis fósseis (23,6%) e outras renováveis (11,3%).
6º Dinamarca: até 2020, quer que aproximadamente 50% do consumo de eletricidade no país seja suprido por energia eólica.
7º Canadá: hidroeletricidade (61,1%); usinas termelétricas a combustíveis fósseis (21,1%); usinas nucleares (14,5%) e outras renováveis (3,3%).
8º França:  país tem nas usinas nucleares sua maior fonte de eletricidade (76,1%).
9º Finlândia: a matriz se divide em: usinas nucleares (32,7%), termelétricas a combustíveis fósseis (25,5%), hidroeletricidade (24,7%) e outras renováveis (17,1%).
10º Finlândia: hidroeletricidade (52,4%), termelétricas a combustíveis fósseis (27,1%) e outras renováveis (20,6%).

Notem: das grandes potências, apenas França, Reino Unido e Canadá estão ranqueadas.

Apesar de não estar entre os cinco principais países no total de aplicado, o Brasil se destaca por ocupar a vice-liderança em investimentos em energia hidroelétrica, de biodiesel e etanol, atrás da China, e o quarto em energia eólica. Também é o terceiro país com a maior capacidade de geração de energia renovável quando é levada em conta as hidrelétricas, atrás de China e Estados Unidos.

 

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