O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) iniciaram a primeira fase do projeto que pretende melhorar o manejo de arroz orgânico nos próximos três anos. A pesquisa utilizará como laboratório áreas nos assentamentos em Nova Santa Rita, Eldorado do Sul e Viamão.
Segundo o coordenador do Grupo Gestor do Arroz Agroecológico do MST, Emerson Giacomelli, serão analisadas as técnicas utilizadas para a produção de arroz e, a partir disso, será iniciada uma discussão para revisar todo o processo produtivo.
Atualmente, o arroz orgânico é plantado apenas em 0,5% da área plantada no Estado e atinge, em média, 90 e 100 sacas. Dos 5 mil hectares cultivados sem químicos no Estado, 80% estão situados em assentamentos ligados ao MST.
Com a pesquisa, a expectativa é aumentar a produtividade de arroz orgânico para 140 sacas por hectare nos próximos anos, e a revisão bibliográfica do cultivo do arroz agroecológico.































