Você tem fome de que, caro internauta ligado na energia solar?
Com um aumento médio de 13% nas contas nos últimos meses, o peso da energia elétrica nos custos das empresas de alimentos já supera os 20%, segundo sondagem realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo, com 100 empresas filiadas.
Segundo o levantamento do popular Sincovaga, 25% afirmaram que o peso da energia elétrica nos custos operacionais é de mais de 20%; 10% estimam em 16% a 20% e 18% calculam que a energia significa de 11% a 15% dos custos da operação. Desde agosto de 2021, para 30% das empresas o valor da conta de energia elétrica chegou a aumentar mais de 20%. Para 17% dos estabelecimentos, a conta aumentou de 16% a 20%, e outros 17% afirmaram que a fatura mensal aumentou entre 11% e 15%. Outros 36% dos empresários relataram que a conta aumentou até 10% desde então. Essa distribuição permite concluir que a conta de energia elétrica subiu em média pelo menos 13% para as empresas do varejo de alimentos da amostra.
Perguntados sobre as expectativas em relação a um possível racionamento de energia elétrica, 88% dos entrevistados acreditam que terão prejuízo caso aconteça, com reflexos na perda de estoque (78%), na perda de faturamento (51%), na perda de clientes (22%), e no aumento de custos com gerador (19% das respostas), segundo reportagem da Agência Globo.
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