O governo de Donald Trump chegou chegando, como se diz hoje em dia.
Sem entrar na ideologia do “America Gerat again”, Trump fez um discurso de posse bem alinhado com o que já tinha prometido aos seus eleitores e ampliou um pouco a política do medo.
Na área ambiental, os Estados Unidos que são o segundo maior poluidor do planeta, entraram em retrogradação. Trump saiu do Acordo de Paris, deu força para a indústria petrolífera, tirou incentivos de políticas ambientais e deixou claro que os Estados Unidos não precisam de ninguém… Pena que o aumento da temperatura global prejudica todo mundo, sem distinção de nação, raça ou poder econômico.
Enfim, vamos ver quais serão as reações dos estadunidenses e das entidades ambientais americanas.
Entre os decretos assinados no primeiro dia de mandato, Trmp decidiu:
*saída do Acordo Climático de Paris: formaliza a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris novamente.
*fontes de energia: revoga políticas anteriores voltadas para a sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. Autoriza a exploração doméstica de petróleo, gás natural e minerais críticos, reduzindo regulamentações ambientais e priorizando a eficiência na concessão de licenças. Também desfaz subsídios para veículos elétricos.
*água para a Califórnia: permite o escoamento de água de áreas protegidas para a preservação de peixes até regiões com falta de abastecimento hídrico pelas queimadas na Califórnia.
*emergência energética: declara emergência energética nos EUA para flexibilizar a produção interna de petróleo bruto, gás natural, produtos petrolíferos refinados, urânio, carvão, biocombustíveis, etc. com o objetivo de baratear os custos de energia.
*veto à energia eólica: restringe temporariamente a permissão para o aluguel de terrenos dos EUA para a instalação de parques eólicos onshore e offshore.
Agricultura
A advogada Jamie L. Whitten Building está à frente da USDA, apoiada pelos agricultores americanos e uma defensora da autossuficiência alimentar dos EUA e revitalização das pequenas comunidades agrícolas. Entre os desafios estão o aumento dos custos para os produtores locais e as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China. Durante a campanha, Trump prometeu à Federação Americana de Bureau de Agricultura (AFBF) combater barreiras comerciais consideradas “injustas”.
Apesar de Trump afirmar que o Brasil precisa mais dos Estados Unidos do que eles do Brasil, em 2024, as vendas do agro brasileiro para os EUA foram recordes. Elas chegaram a US$ 40,3 bilhões, um crescimento de 9,2% ante 2023. Entre os principais produtos exportados estão carne bovina, café e suco de laranja.































