Pagamos este ano R$ 20 bilhões em encargos e subsídios na conta de luz

(Foto: Reprodução/ MMT Advogados)

A conta é chocante. Os brasileiros vão pagar cerca de R$ 20 bilhões em encargos e subsídios na conta de luz este ano. Os recursos financiam o programa Luz para Todos e a tarifa social, que dá desconto para consumidores de baixa renda. Mas também sustentam incentivos a agricultores que pagam menos pela energia  na irrigação e incentivos a investimentos em fontes de energia que já são competitivas.

Veja o gráfico com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica que mostram que os encargos e subsídios respondem por cerca de 16% do valor da conta de energia. É quase o mesmo que o consumidor paga pelo serviço prestado pelas distribuidoras, que levam a eletricidade até as casas, lojas e indústrias (17%).

(Foto: Reprodução/ G1)
(Foto: Reprodução/ G1)

 

Alta Tensão

 

Tarifa cobrada por horários, a partir de 2018

Para os clientes que tenham consumo médio acima de 500 kWh por mês, a oferta da tarifa branca será imediata a partir de 1º de janeiro de 2018. O chamado horário de pico tem duração de três horas, sempre no período noturno. A taxa intermediária será uma hora antes de uma depois do horário de ponta. Nos feriados nacionais e nos finais de semana, o valor é sempre fora de ponta. “Ele pode migrar para a tarifa branca e pode voltar para a tarifa convencional quando quiser”, disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino.

Um carro elétrico sem baterias?

Sim, ele já existe, ou pelo menos surge como alternativa. Trata-se do carro do tipo “Fuel Cell”, com motores elétricos sem baterias. Uma é abastecida com hidrogênio e a reação química gera a energia elétrica para movimentar o automóvel. Do cano de descarga sai apenas água, não é bacana? Toyota e Honda já iniciaram as vendas de carros com esta tecnologia. A dificuldade para sua produção em grandes volumes é a obtenção e armazenamento do hidrogênio.

Cantareira volta a nível anterior ao início da crise hídrica

Aquele  catastrofismo todo que a mídia nos impôs e que muitos dos chamados “especialistas” se prestaram a difundir, passou. Mas o bom senso tem que prevalecer. Mesmo que o sistema Cantareira tenha atingido o índice de 45,5% na última sexta-feira, dia 9, e ultrapassado a quantidade de água reservada no mesmo período de 2013, quando ainda não havia iniciado a crise hídrica, economizar água é parte da nossa rotina, daqui por diante.

A seca recorde de 2014, quando os níveis de foram inferiores à metade dos de 1953, gerou uma crise hídrica histórica. Disso devemos ter medo.