Quando adolescente, eu sempre usava essa frase para dizer aos meus amigos de escola que, desde os 15 anos, tinha a chave de casa e podia chegar à hora que bem entendesse.
Era uma maneira de me sobrepor àqueles que nunca podiam sair à noite ou que tinham a mãe, o pai, a madrasta ou o padrasto no pé!
O que eu não dizia a eles é que eu era muito ajuizado e que nunca havia feito nada que fizesse meus pais perderem a confiança em mim.
Os tempos mudaram… e muito! Hoje, com o advento de todas as facilidades tecnológicas, os pais se sentem mais seguros, os filhos podem sair à vontade e voltam quando terminar a balada, pois, basta entrar num aplicativo e solicitar um carro para levá-los de volta pra casa.
Outrora, a mãe ficava aflita quando a filha estava fora de casa, agora, ela fica tranquila, pois a filha está trancada no quarto, distraindo-se com o seu computador.
E é aí que mora o perigo!!!
Os pais podem até confiar, mas, não podem deixar de, vez ou outra, ter um ligeiro “insight” e dar uma incerta nos aposentos dos filhotes para se certificar do que estão fazendo.
Muitos não sabem ou não usam, mas, há mecanismos que mostram os sites visitados, há gravação de conversas e isso é de suma importância para um monitoramento mais de perto.
Atualmente, existem milhares de aplicativos com jogos e, para muitos, eles são inofensivos… Só que não!!!
O mais nefasto é o Baleia Azul, que começou em 2015 na Rússia, vitimando jovens e chegou recentemente ao Brasil, causando acidentes e mortes em alguns estados. Há 50 desafios propostos pelo jogo que fazem o adolescente encher-se de brios e se retirar do convívio social.
Pai e Mãe, se você observar mudanças no comportamento do seu filho ou filha, converse, procure saber o que está rolando, pois, muitos desses “inofensivos” joguinhos virtuais podem trazer problemas para o lar e até para a sociedade.































