A proposta prevê cobrança de taxa gradual a partir de 2023 para novos consumidores que instalarem painéis solares. Quem já possui deve ficar isento até 2045. O projeto estanca o crescimento de subsídios para consumidores que produzem a própria energia, a chamada geração distribuída. Os grandes consumidores, que compram energia no mercado livre, não terão que participar desse rateio.
Segundo nota, o coordenador do Programa de Energia e Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Leite, “é preocupante que a elaboração da proposta de “consenso” não tenha envolvido representantes dos consumidores. Isso tudo num momento em que as tarifas já estão extremamente elevadas e serão ainda mais pressionadas pela crise hídrica”.
Só neste ano, o total de subsídios embutidos nas contas de luz vai atingir R$ 19,6 bilhões.
Enquanto as coisas aqui não aquecem de maneira a acalentar o bolso do consumidor, os EUA devem cortar o custo de energia solar em 60% para a próxima década, como parte da descarbonização do setor energético até 2035, com investimento de US $ 128 milhões em tecnologia, com células solares de perovskita, consideradas uma opção promissora e barata, para substituir as de silício que dominam o mercado atualmente. O custo do hidrogênio renovável deverá cair 80% até 2030.
Sol aqui, sombra lá.































