Mais de 80 investidores globais, que representam US$6,5 bilhões, desafiaram o Mc Donald’s, KFC e Burger King a reduzir a emissões de gases poluentes em suas cadeiras produtivas, principalmente na produção animal.
Em carta conjunta organizada pela Farm Animal Investment Risk & Return (Fairr) Initiative andsu stainability organisation Ceres, as companhias, que possuem mais de 120 mil restaurantes em todo o mundo, foram proibidas de expandir sem mitigar os impactos ambientais.
“Se nós estamos direcionados às metas ambiciosas de clima global do Acordo de Paris, e queremos garantir a viabilidade e sustentabilidade do manejo global dos recursos hídricos, então as marcas mundiais de fast food precisam tomar ações concretas para gerir os impactos da água e emissões de suas cadeias produtivas”, afirma Heike Cosse, da Aegon Asset Management.
Para a BMO Global Asset Management, as redes estão ameaçadas com o aumento da demanda por uma alimentação à base de vegetais (veganas), crescimento das regulações ambientais e o medo da poluição da água em fazendas de produção intensiva.
** Com informações do Globo Rural































