Shows no Super Bowl, na gravidez e na consciência sustentável. A cantora Rihanna exibiu essa semana que passou seus múltiplos talentos como artista, mãe e cidadã. Se outros astros e atrizes importantes seguirem esse exemplo, como Leonardo Di Caprio faz com a floresta Amazônica, o engajamento mundial dos jovens aumentaria substancialmente,
Sete anos depois, ela retornou aos palcos, para abrilhantar ainda mais a grande final do NFL. Brilhou muito com um show compacto. Mas esse lado cidadã merece atenção também promovendo justiça climática. No final de janeiro, destinou US$ 15 milhões para 18 Ongs dos Estados Unidos e Caribe, através da Fundação que leva seu nome.
“Muito do trabalho da CLF está enraizado na compreensão de que os desastres climáticos, que estão crescendo em frequência e intensidade, não impactam todas as comunidades igualmente — pessoas racializadas e nações insulares sentem mais o peso das mudanças climáticas”, declarou Rihanna.
Rihanna é natural de Barbados, um dos países caribenhos mais vulneráveis aos efeitos climáticos. Além dos furacões, a ilha também corre o risco de sofrer com o aumento do nível do mar, tempestades, erosão costeira, secas e inundações.
Organizações lideradas por mulheres, como Black Feminist Fund e Caribbean Youth Environment Network, também receberam doações para luta contra discrinação de gênero.
Se virar moda, vai dar bom pro Planeta!






















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