Energia solar em casas vai dobrar até dezembro, antes da taxação do sol

(Foto: Reprodução)
A previsão é da  Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), senhoras e senhores fãs do solar. As instalações nos tetos de prédios e casas do  deverão somar quase 25 gigawatts (GW), o que  representaria a capacidade de duas usinas hidrelétricas de Itaipu, com 14 GW de capacidade, somando suas 20 unidades geradoras.
Tudo isso às vésperas de vigorar a lei 14.400, que inicia a cobrança da taxação solarem janeiro de 2023.
O Brasil ultrapassou a marca de 17 GW de potência solar, somando o segmento de geração distribuída e centralizada. O mercado brasileiro conta com 1,1 milhão de sistemas, beneficiando mais de 1,4 milhão de clientes. O segmento é liderado pela classe de consumo residencial, que corresponde a 900 mil instalações e soma 5,6 GW de potência instalada.
Além da tendência natural pela opção de fontes renováveis de energia em todo o planeta, outro fator que vem aumentando essa demanda é o aumento do preço do petróleo no mercado internacional, potencializado pela guerra na Ucrânia.
Atualmente são 16,4 gigawatts (GW) de energia solar instalada em grandes usinas e pequenos projetos de geração própria. O gás natural e a biomassa possuem 16,3 GW de potência instalada, cada um. É importante frisar que as termelétricas ainda respondem por parcela significativa do potencial energético nacional, já que o conjunto termelétrico inclui as usinas movidas por biomassa, gás natural e outros combustíveis, como o carvão.
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