Um novo estudo de pesquisadores sul-coreanos mostra o caminho para criar a tinta termoelétrica, que capta o calor desperdiçado das superfícies pintadas e o converte em energia elétrica. “Espero que a técnica de pintura termoelétrica possa ser aplicada à recuperação de calor residual de grandes superfícies de fontes de calor, como prédios, carros e navios”, diz Jae Sung Son, co-autor do estudo e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Ulsan (UNIST), na Coréia do Sul.
Os pesquisadores, dos Institutos Coreano de Ciência e Tecnologia (KIST) e de Pesquisa de Eletrotécnica da Coreia,informam que a tinta termoelétrica contém partículas termoelétricas de telureto de bismuto (Bi2Te3), que são comumente usadas em dispositivos termoelétricos convencionais. Eles adicionaram auxiliares de sinterização molecular aquecidos, que aumentam a densidade das partículas na pintura juntamente com sua eficiência de conversão de energia. Após sinterização durante 10 minutos a 450 ° C, as camadas pintadas formam uma película uniforme com cerca de 50 micrômetros de espessura.
Os pesquisadores esperam que a tinta termoelétrica tenha o potencial de uso em eletrônicos impressos 3D e em arte eletrônica. Os pesquisadores planejam prosseguir nessas aplicações no futuro.
** Com informações da HypeScience
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Nasa testa motor que desafia as leis da física
O chamado EM Drive passou por mais um importante teste: teve o mesmo desempenho no vácuo que havia demonstrado antes em experimentos feitos no ar.
O “Journal of Propulsion and Power”, do Instituto Americano para Aeronáutica e Astronáutica, coloca em destaque, pela primeira vez, testes feitos com a acoplagem do dispositivo a um pêndulo de torção, mantidos numa câmara a vácuo. Em seu interior, uma fonte de energia elétrica gera radiação eletromagnética em micro-ondas (o EM do nome). “Os dados de impulso para frente, para trás e nulo sugerem que o sistema estava funcionando com uma taxa de empuxo por potência de 1,2 milinewton (mais ou menos 0,1 milinewton) por quilowatt”, escreveram White e seus colegas.
Dez minutos de propulsão no ônibus espacial esgota seu combustível, sem capacidade de acelerar mais. É nessa hora que o EM Drive, pode revolucionar. Como não usa combustível, poderia acelerar indefinidamente. Enquanto cada quilowatt de eletricidade gera 1,2 milinewton de impulso com o EM Drive, um motor de íons geraria 60 milinewtons. Ou seja, uma tecnologia como a embarcada na Dawn é umas 50 vezes melhor que esse EM Drive aí.





























