Caro fã da solar, a Aneel não brinca em serviço, quando o assunto é favorecer o setor. Como a conta é sempre bancada pelos consumidores residenciais e empresários, sem direito à defesa, fica fácil enriquecer o setor que vive em crise, sem uma fiscalização transparente.
A bandeira amarela terá aumento de 59,5%, de R$ 1,874 a cada 100 quilowatts (kWh) consumidos para R$ 2,989. Já a bandeira vermelha 1 vai de R$ 3,971 para R$ 6,500 a cada 100 kWh, alta de 63,7%. O patamar mais caro da bandeira, a vermelha 2, passou de R$ 9,492 a cada 100 kWh para 9,795, aumento de 3,2%.
Com o patamar extra, o valor salta para R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos, aumento de 59,5%. Na bandeira vermelha 1 vai de R$ 3,971 para R$ 6,500 a cada 100 kWh, alta de 63,7%. O patamar mais caro da bandeira, a vermelha 2, passou de R$ 9,492 a cada 100 kWh para 9,795, aumento de 3,2%.
Desculpa de sempre: Escassez Hídrica. Combater o desperdício? Não tem preço. Mas seguir o sol, vai economizar até 95% na conta de luz e fugir dessas e outras bandeiras, que não vão deixar de tremular nessa governança desgovernada do Planalto.
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