Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, concluiu que reduzir o consumo de alimentos de origem animal e aumentar os vegetais pode diminuir a mortalidade global de 6% a 10% e as emissões de gases-estufa entre 29% e 70% até 2050.
Realizada pelo Departamento de Zoologia, a pesquisa utilizou como base as diretrizes alimentícias da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mas levando em consideração a porção de alimentos não aproveitáveis e os desperdiçados. Além de considerar os custos governamentais e privados envolvidos no tratamento de doenças pela má alimentação e no impacto econômico.
O estudo afirma que a adoção do vegetarianismo pode poupar a economia global de US$ 1 trilhão a US$ 31 trilhões por ano com a saúde pública e podem ser evitadas 5,1 milhões de mortes prematuras até 2020.
Outro benefício econômico é a redução na emissão de gases de efeito estufa. Com a adoção da dieta onívora seriam poupados US$ 234 bilhões, na vegetariana, US$ 511 bilhões, e a vegana, US$ 570 bilhões.
** Com informações do Blog Veg da Folha de S.Paulo





























