De origem dinamarquesa, o projeto Parker reúne Nissan, Mitsubishi e Grupo PSA, além das empresas como Enel, Nuvve e Insero, especializadas em redes integradas. A ideia é desenvolver um padrão universal para que veículos elétricos possam colaborar para um futuro sistema renovável, com a tecnologia V2G – vehicule-to-grid (veículo para a rede). Assim, o veículo elétrico poderá fornecer o excedente também para a rede.
O projeto dinamarquês definirá as capacidades técnicas globais que os futuros veículos elétricos devem suportar para lançar o V2G. Além disso, o projeto dará os primeiros passos para o desenvolvimento de um certificado de Grid Integrated Vehicle (GIV – Veículo de Rede Integrada).
Vender serviços à rede
No projeto, os parceiros vão explorar as oportunidades comerciais viáveis, testando e demonstrando os serviços V2G em todas as marcas de automóveis. Também serão identificadas barreiras econômicas e regulatórias, bem como os impactos econômicos e técnicos das aplicações.
“A Nissan é conhecida pela inovação e qualidade, particularmente nos veículos elétricos, e pretende ser líder no desenvolvimento de veículos-para-rede”, gerente de V2G e armazenamento da Nissan, Nicolas Joubaud. Além de participar do projeto Parker, desenvolvemos também o Frederiksberg Pilot na Dinamarca, que é o primeiro hub V2G comercial na Europa”, disse o responsável global de infraestrutura e redes do Grupo Enel, Livio Gallo.
Como parte do projeto, o Parker irá interagir e extrair os dados do Frederiksberg Pilot, além de realizar testes com sete veículos elétricos e seis estações de carga.
Alta Tensão
Empresa chinesa vai comprar linhas de transmissão de energia no Brasil
A companhia chinesa Shanghai Electric deve apresentar até o dia 10 de março proposta para assumir um lote de concessões de linhas de transmissão de energia da Eletrosul, subsidiária do grupo Eletrobrás, informaram fontes ao jornal O Estado de S.Paulo. O negócio envolve a construção no Rio Grande do Sul de 2.169 quilômetros (km) de linhas e 21 subestações, sendo 8 novas e 13 ampliações de instalações existentes. No total, as obras exigirão investimentos de R$ 3,3 bilhões e, quando concluídas, terão receita anual de R$ 336 milhões.
Decisão de juiz protege Amazônia e povos indígenas
O processo de licenciamento da UHE São Luiz do Tapajós foi o alvo dessa ação, que completou 2 anos, na justiça do Pará. Na ação o MP alegou que o governo reduziu áreas de reservas, para tentar a construção de duas hidrelétricas na Bacia do Tapajós. Por isso o processo foi premiado no I Concurso de Decisões Judiciais e Acórdãos de Direitos Humanos.































