As discussões do segundo dia do Fórum Mundial da Água foram pautadas pela relação entre água, segurança alimentar e o meio ambiente, como mecanismos para preservação, o problema da fome no mundo e meios de promover a agricultura sustentável.
O vice-diretor da Divisão de Água e Solo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) especializado em segurança alimentar, Olcay Uver, destacou que a fome crônica cresce no mundo.
Segundo dados da FAO, cerca de 850 milhões de pessoas “têm ido dormir com fome”, principalmente as que moram na Ásia e na África. Um relatório das Nações Unidas indica que ainda que a demanda por alimento no mundo vai aumentar em 50% até 2050.
Uver ressaltou que tecnologias baseadas na natureza, como o reflorestamento de nascentes e bacias, e às que exigem mais infraestrutura, como barragens e cisternas são importantes para solucionar o problema.
Os impactos do agronegócio e da monocultura também foram apontados como fatores, que tem ampliado a degradação ambiental e aumentado a fome no mundo.
A representante da Articulação pelo Semiárido Brasileiro (ASA), Leninha de Souza, alertou que o “desmatamento do cerrado pelo agronegócio é uma violência às comunidades dependentes desse berço”.
** Com informações do G1





























