Líderes mundiais e diversos setores da sociedade se reúnem, de 10 a 21 de novembro, em Belém (PA), para decidir o futuro do nosso planeta.
A COP30 vai colocar em pauta o que governos, empresas e sociedade civil precisam fazer imediatamente para enfrentar desafios ambientais e climáticos e minimizar os impactos da crise climática.
A situação ameaça a legitimidade da conferência? Tem muita gente boa que acha que sim. Embora o governo afirme ter 53 mil leitos disponíveis e que 162 países já confirmaram presença após o anúncio de medidas, muitas delegações não conseguiram recursos para marcar presença nas discussões.
Resumo da crise:
Preços elevados:Diárias de hospedagem chegaram a subir de 10 a 15 vezes em relação aos preços normais, com acomodações na plataforma oficial custando a partir de R$ 1,1 mil.
Dificuldade de participação:A situação impede que muitos países, principalmente os mais pobres, participem adequadamente, com algumas delegações tendo que reduzir seu número de integrantes ou ameaçando não vir. A ONU chegou a recomendar que suas próprias agências reduzissem o número de delegados.
Crise diplomática:A ONU pediu ao Brasil que subsidiasse os custos de hospedagem para os países em desenvolvimento, e o governo Lula trocou chumbo sugerindo que a própria ONU aumentasse seu auxílio financeiro. Cortina fechou!
Legitimidade:decisões podem ser questionadas por países que não conseguiram participar.
Ações do governo:a organização afirmou que disponibilizou 53 mil quartos e que a plataforma oficial de hospedagem. O Senacon também investiga práticas abusivas de preços por parte da rede hoteleira.
Últimas informações:Em outubro de 2025, o governo informou que 162 países haviam confirmado presença, o que garantiria o quórum mínimo para a conferência, embora muitos não tivessem conseguido hospedagem, especialmente até o final de setembro de 2025.

























