Faltando um mês para o início da campanha nacional de vacinação contra o H1N1, já foram confirmados 304 casos da doença e 46 óbitos em 11 Estados (dados de 30 de março). O surto fora de época tem provocado filas de horas em hospitais e clínicas particulares para receber a vacina.
Diante da epidemia, o Ministério da Saúde informou que a rede pública possui o medicamento Oseltamivir ou Tamiflu suficiente em estoque para atender a demanda nacional e recomendou que o remédio seja administrado nas primeiras 48 horas do início dos sintomas e que a pessoa com suspeita de gripe, procure atendimento médico imediatamente.
Contraída pela inalação ou o contato de secreções do doente (espirro, tosse ou o ar), a doença é uma gripe do tipo A causada pelo vírus H1N1. Ficou conhecida em 2009, após ser detectada pela primeira vez no México e disseminada rapidamente em todo o planeta.
A H1N1 apresenta os mesmos sintomas que uma gripe normal, porém mais fortes: febre alta, tosse, dor muscular, dor de cabeça e de garganta, além de coriza e irritação nos olhos e ouvidos. O que mais preocupa é a Síndrome Respiratória Aguda Grave, que causa falta de ar, desconforto respiratório, aumento da frequência respiratória e queda de pressão.
Além da vacina, para evitar a gripe é necessário tomar medidas de higiene, como lavar sempre as mãos, cobrir a boca com o braço ao tossir ou espirrar, utilizar álcool gel nas mãos e se possível, evitar locais de aglomeração de pessoas. O remédio Oseltamivir é o principal método de tratamento para a gripe que, em 2015, infectou 141 pessoas e matou 36.
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