O anúncio feito no Dia Nacional da Caating representa um investimento de aproximadamente R$ 90 milhões.
Um levantamento da fundação holandesa IDH, apoiado pelo do instituto de pesquisa WRI Brasil, mostra que há 500 mil hectares, com potencial de restauração, entre o Cariri Ocidental (Paraíba); Sertão do Pajeú ( Pernambuco) e Apodi, no Rio Grande do Norte.
A Caatinga é um bioma que existe apenas no Brasil, ocupa cerca de 10% do território nacional ( 862.818 km²) e engloba Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais, onde vivem cerca de 27 milhões de pessoas.
O bioma é caracterizado por uma vegetação adaptada a pouca água, como cactos e suculentas, possui uma diversidade de répteis teiú, calangos e aves, como a asa branca e a arara-maracanã-verdadeira; além de morcegos e roedores. A ministra do MMA, Marina Silva, ressaltou que os impactos que a caatinga tem sofrido, tanto com mudanças climáticas como com ações humanas e até geração de energia limpa, renovável e segura.
“Mesmo essas atividades têm um impacto. Portanto, é preciso que a gente tenha processos de regulamentação, para que esses impactos não venham a afetar a biodiversidade e as comunidades locais”, acrescentou. Os projetos Conecta Caatinga e Áreas Protegidas da Caatinga (Arca) que participam do programa.
A Arca cuida da conservação de espécies ameaçadas de extinção, engajamento de comunidades tradicionais e a gestão do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc) no 3 bioma. O Conecta Caatinga promove a conservação da biodiversidade e mitigação às mudanças climáticas, além de combater à desertificação. Todos contarão com recursos milionários para cumprir as metas.
Fonte Agência Brasil





























