A Polícia Civil indiciou o cantor sertanejo Gusttavo Lima e mais três pessoas por crime ambiental após o artista aumentar a represa de sua fazenda em Goiás.
Segundo o delegado Luziano de Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), a represa já possui três hectares de tamanho e está sendo ampliada por motivos de lazer. Porém a fazenda não possui autorização da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).
Além do cantor, também foram indiciados o administrador Jorge Pedro Kunzler, a esposa dele, a arquiteta Alessandra Jardim Lobo, e o biólogo Luciano Lozi. De acordo com as investigações, a empresa de João Pedro era a responsável pela obra, Alessandra acompanhou o trabalho e Luciano tinha a função de obter as autorizações necessárias para a ampliação.
Os acusados responderão pelo crime de construção ou ampliação de obras potencialmente poluidoras sem autorização dos órgãos competentes. A pena varia de um a seis meses ou multa.
Em nota enviada ao G1, assessoria de imprensa do cantor afirmou que o “advogado de Gusttavo Lima não teve informação sobre conclusão do inquérito” e que foram protocolados pedido de licença a Secretaria do Meio Ambiente de Goiás. “Desde então, a parte da obra referente a esta licença foi paralisada, aguardando liberação”.
**Fonte: G1





























