A presidente Dilma Rousseff anunciou em New York, na Conferência da ONU para o Desenvolvimento Global, as metas que o país se compromete para o combate à mudança do clima.
Dilma sustentou que as metas de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 37% até 2025 e em 43% até 2030, destacadas na Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (INDC), que o Brasil levará à Conferência do Clima (COP21, em Paris) e destacou que considera “ações de mitigação e adaptação, assim como as necessidades de financiamento, de transferência de tecnologia e de formação de capacidade”.
Para alcançar essas metas, a presidente medidas que serão adotadas pelo Brasil até 2030:
- o fim do desmatamento ilegal no Brasil; a restauração e o reflorestamento de 12 milhões de hectares;
- a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas; e
- a integração de cinco milhões de hectares de lavoura-pecuária-florestas.
No setor de energia, anunciou metas ambiciosas: Brasil irá ampliar a presença de fontes renováveis na matriz energética brasileira em 45%.
A presidente fez questão de ressaltar que no mundo, a média é de apenas 13% dessa participação e, na OCDE, de 7%.
Outra meta é a participação de 66% da fonte hídrica na geração de eletricidade e participação de 23% das fontes renováveis – eólica, solar e biomassa – na geração de energia elétrica.
Mais um compromisso assumido foi o aumento de cerca de 10% na eficiência elétrica e a participação de 16% de etanol carburante e de demais fontes derivadas da cana-de-açúcar no total da matriz energética.





























