Os organismos de crédito IFC, ligado ao Banco Mundial, e IDB Invest, ligado ao Banco Interamericano de Desenvolvimento, esperam o governo federal sinalizar sua intuição com a agenda ambiental para investirem em infraestrutura no país.
O IDB espera que o Brasil cumpra sua meta do Acordo de Paris de cortar 37% das emissões até 2025 e zerar o desmatamento ilegal, dentro do prazo.
Para liberar recursos, as questões ambientais têm peso em várias instituições financeiras.
Segundo Marcelo Castellanos, responsável do IFC na América Latina, dos investimentos em infraestrutura, o Brasil receberá US$1 trilhão.
Atualmente, o setor privado tem tido um papel relevante na modernização da agenda de avanços ambientais na infraestrutura. Segundo Castellanos, é importante que o governo siga esse movimento.
Aquecimento global
Apesar do comprometimento brasileiro no Acordo de Paris, o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, desqualificou o aquecimento global e minimizou o papel do agronegócio no desmatamento da Amazônia, durante sessão na Câmara dos Deputados.
O chanceler afirmou que as emissões de CO2 não são a principal causa da mudança no clima e que o avanço do agronegócio em áreas protegidas da Amazônia é um jogo político.
“A gente não está desmatando a Amazônia para plantar soja, mas se cria uma imagem negativa da agricultura brasileira”, afirmou.
** Com informações da Folha de S.Paulo e Revista Fórum





























