Investir não é doar. O Fundo Florestas Tropicais pra Sempre (TFFF), espera conquistar US$ 25 bi este ano, para atingir a meta de 125 bi nos próximos. Esse é um esforço do governo, que poucos seguem com entusiasmo.
Dinheiro do Brasil, Indonésia, Portugal (US$ 1 bi cada), Noruega (+ generosa, com US$ 3 bilhões) e 500 milhões de euros da França já estão no caixa. Chegar a US$ trilhão está virando utopia nessa caminhada “tartaruguesta”. China e Europa não se manifestaram. As desculpas são gastos em tempos de guerra
Mas o Brasil vai impondo um olhar sério para todas essas questões que envolvem a segurança de milhões de pessoas, nesse desafio global contra o aquecimento.
O financiamento proposto é para países que vão manter a floresta em pé. A Noruega já disse que limita essa doação a 20% do Fundo. A maior parte vai embora sem saber com quanto vai contribuir, mesmo sabendo que tem retorno o dinheiro aplicado neste fundo. Caso da França, potência polidora, cheia de discurso e pouca representatividade. O país domina um pedaço da Amazônia, a Guiana Francesa. Aliás, o presidente Macron se reuniu hoje com o presidente Lula para alinhar discussões do rumo para amenizar o aquecimento global
Mas a iniciativa é muito bem vista, made in Brazil, e constrange quem poderia pagar mais e não abre a carteira, mesmo que os lobbys que agem contra. Um deles prega redução do gás metano, efeito colateral da exploração de petróleo e dos gases do gado.
Dez anos depois do acordo de París, com 196 signatários limitando o aquecimento em 1,5 grau já está superado pra pior e 2025 promete ser o segundo ano mais quente em décadas. Os compromissos de da semana que vem podem ficar mesmo para 2030
O peso dos Oceanos nessa conta de correntes aquecidas vai ser importante para definir o cuidados. Tratados para proteger áreas e santuários ecológicos, devem ser renovados, inclusive pelo Brasil.
A COP 30 leva esperança e uma bagagem com mais cautela do que presentes para a humanidade.