Um em cada cinco rios, córregos e lagos da Mata Atlântica está contaminado ou impróprio para consumo, revela novo estudo da Fundação SOS Mata Atlântica, divulgado no Fórum Mundial da Água.
O estudo analisou a qualidade da água em 102 cidades, nos 17 estados e o Distrito Federal em que está situado o bioma, entre março de 2017 e fevereiro de 2018.
Dos 294 pontos de coleta, 60 (20%) foram classificados como “ruim ou péssima”, 12 (4,1%) estão com a qualidade da água boa e 222 (75,5%) estão em situação regular. Nenhum dos pontos foi avaliado como ótimo.
O Rio de Janeiro está com a situação mais crítica. Para a coordenadora do programa de águas da SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, o motivo é a “crise institucional” vivida no estado e a crise na gestão de saneamento básico.
Dos 12 rios com a qualidade da água considerada “boa”, cinco estão no estado de São Paulo: trechos do Rio Tietê no município de Biritiba-Mirim e de Salesópolis, além do Ribeirão Caulim, Água Preta e Córrego das Corujas – na cidade de São Paulo.
** com informações do G1





























