Em meio a Primeira Guerra Mundial (1914-18), um grupo de engenheiros se reuniu para aperfeiçoar as viagens aéreas e torná-las mais seguras, rápidas e longas. Assim teve início em 1917, o Langley Memorial Aeronautical Laboratory, a primeira instalação de pesquisa aeronáutica dos Estados Unidos.
Localizado em Hampton, Virgínia, o Langley foi o único centro de pesquisa até a década de 1940 sobre a aeronáutica e nele, foram desenvolvidos diversos avanços, como as formas de asa usadas nos aviões, hélices, cargas de motores e novos tipos de helicópteros.
O Langley Memorial era administrado pelo National Advisory Committee for Aeronautics (NACA), considerado uma referência sobre o desenvolvimento de tecnologias para vôo e à fabricação de aviões.
À medida que os pesquisadores foram melhorando a tecnologia, o centro de pesquisa se associou aos militares e desenvolveu o X-1, o primeiro avião mais rápido do que a velocidade do som.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, teve início uma nova corrida: a espacial. A preocupação com o potencial da União Soviética (URSS) em chegar ao espaço, fez com que o governo norte-americano investisse em tecnologias para chegar primeiro a Lua.
Durante esse processo, o Langley Memorial trabalhou para resolver os problemas de lançamento de foguetes, treinou astronautas e liderou iniciativas para conquistar o espaço. Então em julho de 1958, a NACA se transformou em National Aeronautics and Space Administration: NASA.
Em comemoração aos 100 anos do Langley Memorial Aeronautical Laboratory, a NASA lançou o documentário “100 Years: A Storied Legacy, A Soaring Future” (100 anos: Uma história de legado, um futuro brilhante, em português). Assista abaixo:






























