O governo deve anunciar, nos próximos dias, o programa Rota 2030, uma política industrial para o setor automotivo.
Atendendo a pedidos das montadoras, a iniciativa dará o prazo de até 15 anos para as empresas abaterem os créditos gerados por investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), realizados nos três primeiros anos do programa, no pagamento de impostos federais.
O texto final do Rota 2030 prevê que os incentivos tributários para as montadores, que investirem em P&D serão de até R$1,5 bilhão por ano, em contrapartida, a indústria precisará investir R$5 bilhões ao ano.
Segundo o jornal Estado de S.Paulo e o “Broadcast”, o pacote deverá incluir a previsão de que as montadoras premium, que produzem carros de luxo, possam abater, ainda este ano, cerca de R$300 milhões em créditos tributários acumulados nos últimos anos.
A medida será fundamental para que empresas, como a Mercedes-Benz, a BMW e a Audi, mantenham suas operações em algumas cidades. Entretanto, não haverá tratamento diferenciado para essas montadoras.
A alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será reduzida de acordo com a eficiência energética dos veículos e não pela sua capacidade cúbica dos motores. De imediato, cairá apenas o percentual pago por carros híbridos e elétricos, de 25% para 7%
** com informações do Estado de S.Paulo































