Desde o dia 30 de agosto, cerca de 5 mil toneladas de fragmentos de óleo foram recolhidas no litoral do Nordeste e em trechos do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, informou o Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA).
Segundo o coordenador operacional do grupo, almirante Marcelo Francisco Campos, a situação está estabilizada. Há 19 dias não são encontrados fragmentos de óleo bruto no mar e a quantidade que ainda chega as praias e outros habitats naturais é cada vez menor.
Entretanto, o número de locais atingidos continua a crescer. Último relatório do Ibama informa que vestígios do óleo já foram encontrados em 803 locais do litoral.
“Vivemos um momento de estabilidade. O que chega às praias, hoje, é residual. E as localidades atingidas são prontamente limpas”, disse o almirante.
Com a menor incidência, o Grupo formado pela Marinha, o Ibama e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai reestruturar o plano de monitoramento, contenção e limpeza do produto poluente.
Entre as medidas previstas estão a transferência do comando do GAA de Brasília para o Rio de Janeiro e o retorno das embarcações e aeronaves das Forças Armadas para as suas bases.
A segunda fase da Operação Amazônia Azul, como é chamado o combate ao óleo pelo GAA, terá início no dia 20 de dezembro e concentrará esforços nas ações de manutenção e controle por equipes locais.
** Com informações da Agência Brasil





























