No Brasil, 96% dos 5.700 municípios estão abaixo de 100.000 habitantes e são cidades que geram até 100 toneladas por dia de resíduos sólidos urbanos (lixo) e isso não oferece uma escala técnica e econômica para os chamados projetos de WTE – grandes usinas geradoras de energia através do lixo urbano. Nesse universo, o Brasil mantém mais de 3.000 lixões abertos sem qualquer cuidado ambiental.
O Brasil já tem à disposição de seu mercado urbano e industrial a primeira e inédita tecnologia de reciclagem e recuperação energética para o lixo urbano e industrial: o FlashBox® é capaz de gerar de 1 até 2 MW de energia por tonelada de resíduo processado.
A Zeg Ambiental desenvolveu tecnologia a partir de um reator de gaseificação anaeróbico instalado dentro de um container de 40 pés (comum de navios) com um núcleo superaquecido acima de 1000 graus – temperatura equivalente ao magma vulcânico. O equipamento FlashBox® realiza em segundos o que a natureza demoraria milhões de anos, transformar matéria orgânica em combustível (gás, óleo e carvão) em energia limpa.
A implantação demora de 8 até 12 meses e os contratos podem variar entre 20 e 30 anos através de uma PPP. Segundo a Zeg Ambiental, a proposta de Ecoparque – 4D (Descarbonização, Descentralização, Digitalização/Automatização, Democratização de Recursos à sociedade) é uma tendência europeia que define uma central de tratamento dos resíduos urbanos que além da usina tem também uma central de triagem e uma área de preparação.





























