A FAB já desenvolve várias iniciativas sustentáveis, porém não dispõe de um programa que uniformiza procedimentos para todas as unidades. Na Amazônia, por exemplo, a instituição investiu na energia solar para manter equipamentos de navegação aérea e reduzir o consumo de óleo diesel.
O projeto de reflorestamento fez da Base Aérea de Anápolis (BAAN) exemplo no cerrado. O Parque de Material de Eletrônica da Aeronáutica do Rio de Janeiro (PAME-RJ), desde 2011, preocupa-se com o descarte de resíduos, como óleo e equipamentos. A Base Aérea de Belém (BABE) implantou um programa de coleta seletiva. Já a Base Aérea de Florianópolis (BAFL) coleta óleo de cozinha.
A Instituição foi conhecer a experiência norte-americana para desenvolver sistema próprio, já que desde o ano 2000, todas as unidades militares norte-americanas trabalham sob o conceito de gestão ambiental da norma ISO 14.001, o Enviromental Management System (EMS).
É importante o envolvimento das autoridades a fim de que os objetivos traçados sejam alcançados e, principalmente, tornem-se parte da cultura diária de todo efetivo.
Um dos pilares da sustentabilidade é a gestão dos recursos energéticos. O Coronel Werner Wilhelm Bonnet, do Ministério da Defesa, o Comando da Aeronáutica vem buscando soluções nesta área. Mestre em gestão ambiental em áreas militares pela Universidade Católica de Brasília (UCB), ele destaca a possibilidade de incluir a energia solar e eólica como fontes de energia para abastecer as unidades.
Em visita oficial de comitiva norte-americana, o Major Eric Navarret afirmou que o primeiro passo é conceber uma política clara que envolva todos os aspectos. Na opinião dele, o programa da USAF hoje abrange todas as unidades e cada militar conhece as regras e sente-se parte do sistema. Veja a entrevista em que o major fala da motivação americana para implantar o programa e os resultados alcançados:
Com informações da FAB




























